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Atenção para o refrão
Exposição virtual

Atenção para o refrão

Logo https://www.vilasul.com/atencaoparaorefrao

Apresentação

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Atenção para o refrão

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O refrão é aquela parte da música em que mais facilmente fica memorizada por quem a escuta. É o trecho cuja repetição faz com que as pessoas cantem e vibrem em uníssono. Cada uma cantarola com sua própria voz: algumas mais afinadas, outras com tons que fogem da versão original da canção. No entanto, o importante mesmo é que o refrão é a parte da música que se canta junto. O refrão é a ideia-síntese, é quando há um grande esmero por quem compõe em torná-lo precioso e em atingir em cheio o público. Esta exposição toma de empréstimo o verso “Atenção para o refrão” da música “Divino, maravilhoso” de 1968 – composição célebre de Gilberto Gil e Caetano – e imortalizada na voz inesquecível da cantora Gal Costa. Essa parte da música serve como uma espécie de anúncio ao que vem em seguida: é preciso manter a atenção e a força para sobreviver às durezas das violências e da morte.   

A mostra, então, propõe que as obras expostas sejam cada uma um próprio refrão, uma mensagem que chegue mais aguda possível e que seja reproduzida em diferentes tons de vozes e realidades. Na exposição, diversos refrãos-obras são entoados pelas artistas Aline Baiana, Aline Brune, Aline Motta, Djanira da Motta e Silva, Kika Carvalho, Jade Maria Zimbra, Juliana dos Santos, Lenora de Barros, Marcela Cantuária e Yêdamaria.  

Refrãos que tratam sobre como distintas identidades e pertencimentos atravessam a experiência de diferentes artistas; que cantam a necessidade de uma construção imagética dentro da arte que não enclausure a produção artística somente dentro de uma lógica puramente identitária ou de que necessariamente haja um cumprimento de um roteiro em que a identidade de uma pessoa artista tenha que obrigatoriamente ser enunciada nas obras que produz, reduzindo o seu poder de abstração ou de composição de imagéticas. Refrãos que ressaltam a importância dos saberes que historicamente foram subalternizados; que tecem uma arqueologia das narrativas de mulheres que estiveram suas existências no campo oficial da história nubladas por camadas de racismo e esquecimento histórico.  

A exposição tem como opção curatorial não possuir um recorte temporário específico, entendendo como diferentes gerações de artistas traçam, cada uma ao seu modo, inquietações de ordem estética e política. É uma opção também para investigar como a produção de mulheres artistas do passado ainda hoje possui ressonância no fazer daquelas contemporâneas e mais jovens. E, além disso, é importante notar como muitas dessas mensagens cantadas em obras do passado ainda hoje são atuais, agora melodiadas em outras vozes.  

Desse modo, “Atenção para o refrão” vem seguida por dois pontos (:). Interessa o que vem depois dela, os refrãos que reafirmam a necessidade de escapar aos regimes da abjeção e da política sistemática de extermínio de corpos dissidentes ao padrão.


Tiago Sant’Ana
Curador







       
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Artistas

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Jade Maria Zimbra

Malu Avelar

Juliana dos Santos

Kika Carvalho

Aline Brune

Yêdamaria

Aline Baiana

Djanira Motta da Silva

Lenora de Barros

Marcela Cantuária

Aline Motta

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Jade Maria Zimbra

Jade Maria Zimbra aqui está taróloga-feiticeira-poeta. A artista escava traços perdidos dentro e fora do tempo ocidental, investigando antídotos para os venenos coloniais espalhados através de mente-corpo-espríto. Atravessando as linguagens que permeiam e guiam sua espiritualidade, usa as mãos e as vozes para tecer anúncios que advém de investigações em terras secas e abissais, onde as oráculas são ferramentas mágicas de manifestação e cura.

Obra:
"Uma mesa pra Maria"
Instalação
2020

Livro: "Antídotos de uma Maria envenenada"
Jade Maria Zimbra
Duna Editora


Jade Maria Zimbra is at this time tarot reader/witch/poet. The artist digs lost traces inside and outside western time, investigating antidotes to colonial poisons spread through mind-body-soul. Crossing the languages that permeate and guide her spirituality, she uses her hands and voices to weave advertisements that come from investigations in dry and abyssal lands, where oracles are magical tools of manifestation and healing.

Artwork:
"A table for Maria"
Instalation
2020

Book: "Antídotos de uma Maria envenenada" (only portugiese)
Jade Maria Zimbra
Duna Publisher















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Visão antes/depois

Perspectiva Frente e Verso
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Antídotos de uma Maria envenenada

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Sinopse:   A medicina da travesti macumbeira que, conduzida pela serpente, se reconhece envenenada. A partir da própria língua, produz as palavras que curam a memória. Bebendo da taça encantada, encontra no véu da noite conjuros para bendizer as maldições.  

Ficha Catalográfica:
Autora: Zimbra, Jade Maria
Título: Antídotos de uma Maria envenenada
Ilustrações: Jade Maria Zimbra e Agatha Zimbra
Edição: 1 ed.
Salvador: Duna Editora, 2020
Pg. 33

Adquira o seu exemplar através do e-mail: jadezimbra@gmail.com
Ou do Instagram da autora: @zimbralazambra





































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A artista nasceu na cidade histórica de Sabará, em Minas Gerais, e iniciou sua formação artística em Belo Horizonte, no Centro de Formação Artística do Palácio das Artes (CEFAR) e no Grupo Jovem Compasso. Trabalhou em conjunto com muitos importantes coreógrafos brasileiros, dentre eles Morena Nascimento, Mário Nascimento, Patricia Avellar, Tindaro Silvano, Gal Martins, Firmino Pitanga, Mário Lopes e Luciane Ramos. Atualmente, desenvolve o seu trabalho artístico na cidade de São Paulo, com parcerias e projetos independentes. Seus últimos trabalhos foram desenvolvidos através de sua pesquisa corporal “Corpo Negro: Tensão e Urgência“, colaborando com o projeto “RÉS” da Corpórea Companhia de Corpos, premiado pelo edital “RUMOS’ e tendo como destaque o clipe da Elza Soares, “O que se cala“, o qual coreografou. No ano de 2019, participou da residência PlusAfroT na Villa Waldberta (Munique), iniciando e aprofundando duas pesquisas, uma performance em dança chamada “1300° - Qual é a saúde de um vulcão?“, com a abertura do processo na cidade de Munique, e a “Sauna Lésbica“, uma obra relacional instalativa que teve a sua primeira edição no segundo programa de residência artística do Festival Internacional Valongo (Santos/2019). A cerne da pesquisa da artista parte do aterramento desse corpo dissidente que vive em constante estado de alerta e tem uma urgência pelo movimento que circula em um mistério que vem de dentro e transborda para além dos discursos que o cristaliza.

Obra nesta exposição:
Sauna Lésbica
Instalação
2020



The artist was born in the historical city of Sabará, Minas Gerais, and began her artistic training in Belo Horizonte, at the Centro de Formação Artística do Palácio das Artes (CEFAR) and at Grupo Jovem Compasso. She worked together with many important Brazilian choreographers, among them Morena Nascimento, Mário Nascimento, Patricia Avellar, Tindaro Silvano, Gal Martins, Firmino Pitanga, Mário Lopes and Luciane Ramos. Currently, she develops her artistic work in the city of São Paulo, with partnerships and independent projects. Her latest works were developed through her body research "Corpo Negro: Tensão e Urgência", collaborating with the project "RÉS" of Corpórea Companhia de Corpos, awarded by the public notice "RUMOS' and having as highlight Elza Soares' clip "O que se cala", which she choreographed. In 2019, he participated in the PlusAfroT residency at Villa Waldberta (Munich), starting and deepening two researches, a dance performance called "1300° - What is the health of a volcano?", with the opening of the process in Munich, and the "Lesbian Sauna", a relational installation work that had its first edition in the second artistic residency program of the Valongo International Festival (Santos/2019). The core of the artist's research starts from the grounding of this dissident body that lives in a constant state of alert and has an urgency for the movement that circulates in a mystery that comes from within and overflows beyond the speeches that crystallize it.

Work in this exhibition:
Sauna Lésbica
Instalation
2020











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Artista visual, mestre em arte/educação e doutoranda em Artes pelo Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista UNESP onde faz parte da coordenação da Comissão de Direitos Humanos e do Núcleo de Pesquisadores Negros da Unesp, Nupe-IA. Com pesquisa em arte/educação e rupturas dos paradigmas hegemônicos como foco na descolonização das práticas educativas. Nos últimos anos vem realizando exposições, cursos, oficinas, palestras, atividades de formação docente e consultorias em diversas instituições nacionais e internacionais entre elas Núcleo de Educação Étnico-racial da Secretaria Municipal da Educação de São Paulo, Sesc, Instituto Vera Cruz, Universidade Federal do Ceará,Museu Afro Brasil, MAM-SP, Masp, CCSP, Google Brasil e Academia de Belas Artes de Viena na Áustria e Bouge B festival Antuérpia Bélgica. Atuou como professora convidada no programa de pós-graduação em História da Arte da Faculdade Belas Artes e atualmente está como professora substituta no Instituto de artes da Unesp.

Vem realizando trabalhos em vídeo, pintura, performance, fotografia e multimídia. Juliana tem investigado a cor Azul da flor Clitória Ternátea como possibilidade da cor como experiência sensível no processo de expansão dos sentidos. Sua pesquisa se dá na intersecção entre arte, história e educação, com interesse pela maneira como artistas negrxs se engajaram em práticas para lidar com os limites da representação. Realizou a primeira individual em 2018, como artista/docente convidada na residência artística da Academia de Belas Artes de Viena. Sua primeira solo nacional foi pela Temporada de Projetos do Paço das Artes em 2019.   Foi premiada em terceiro lugar 16 Salão de Artes Visuais de Ubatuba. Esse ano foi selecionada na 12 Abre-Alas da A Gentil Carioca galeria (RJ). Ainda este ano participou da 12 edição da Bienal do Mercosul está integrando o time da Trienal de Artes do Sesc Sorocaba (2020/2021).

Obras nesta exposição:
Sem título
8 pinturas
Aquarela com flor de Clitoria Ternatea sob papel de algodão
2020

Conversas sobre o Azul em Salvador 
3m32 
Áudio
2020

A primeira vez que me ofereceram o Azul
Áudio
2020



Visual artist, master in art/education and PhD student in Arts at the Instituto de Artes da Universidade Estadual Paulista UNESP where he is part of the coordination of the Human Rights Commission and the Nucleus of Black Researchers of Unesp, Nupe-IA. She conducts research in art/education and ruptures of hegemonic paradigms as a focus on decolonization of educational practices. In the last years she has been organizing exhibitions, courses, workshops, lectures, teaching formation activities and consulting in several national and international institutions, among them the Nucleus of Ethnic-Racial Education of the Secretaria Municipal de Educação of São Paulo, Sesc, Vera Cruz Institute, Federal University of Ceará, Museu Afro Brasil, MAM-SP, Masp, CCSP, Google Brazil and the Academy of Fine Arts of Vienna in Austria and Bouge B festival Antwerp Belgium. She has been a guest lecturer in the post-graduate program in Art History at Faculdade Belas Artes and is currently a substitute teacher at the Instituto de Artes da Unesp.

She has been working in video, painting, performance, photography and multimedia. Juliana has been investigating the blue color of the flower Clitória Ternátea as a possibility of color as a sensitive experience in the process of expanding the senses. Her research takes place at the intersection between art, history and education, with interest in the way black artists have engaged in practices to deal with the limits of representation. She held her first solo exhibition in 2018, as an invited artist/teacher at the Vienna Academy of Fine Arts residency. Her first national solo exhibition was for the 2019 Paço das Artes Project Season.   She was awarded third place 16 Visual Arts Salon of Ubatuba. This year she was selected at the 12 Abre-Alas of Gentil Carioca gallery's (RJ). Still this year, she participated in the 12th edition of the Mercosur Biennial and is part of the Sesc Sorocaba Arts Triennial team (2020/2021).

Works in this exhibition:
Untitled
8 paintings
Watercolor with Clitoria Ternatea flower under cotton paper
2020

Conversations about the Blue in Salvador 
3m32
Áudio
2020

The first time I was offered blue.
Áudio
2020
















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Áudio processo de pesquisa sobre a flor Clitoria Ternatea. Essa conversa foi realizada durante o encontro com uma familia produtora de flor de Clitoria Ternatea na cidade de São Félix. Nilton Santos e Edilene Santos me receberam juntamente as artistas residentes para nos apresentar suas plantações e os processos de descoberta da flor e como eles vem mudando sua rotina de trabalho em torno do cultivo e venda das flores de Clitoria Ternatea. Para minha surpresa fomos recebidas com um banquete azul do chá de Clitoria e água de coco. Eu que venho nos últimos anos convidando as pessoas para beber o chá azul, pela primeira vez fui convidada para beber o azul. A residência possibilitou um processo intenso de partilha do sensível tendo a flor em sua potência máxima de atuação em todas as possibilidades de sentido.














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Conversas azuis realizadas durante a residência Vila Sul Goethe Bahia. Esses áudios fazem parte da pesquisa da artista em estabelecer encontros e conversas sobre experiências azuis.

Agradecimento para os participantes das conversas: Luciene Borges, Ivana Magalhães, Deborah Costa de Jesus dos santos,Nilton César dos santos e Edilene Costa de Jesus dos Santos.














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Kika Carvalho

Natural de Vitória (ES), é graduada em Artes Visuais - Licenciatura pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Utiliza diferentes técnicas e escalas para explorar sua constante busca por memórias individuais e coletivas, a fim de ressignificar narrativas hegemônicas. É também arte educadora, atuando em projetos que se alinhem às suas práticas artísticas.

Obras nesta exposição: 

Encontros
Acrílica sobre tela
2020

Alicerce
instalação
madeira, argamassa, pigmento e conchas
2020

Me Encontro
Acrílica sobre tela
2020


Kika Carvalho was born in Vitória (ES), she has a degree in Visual Arts from the Federal University of Espírito Santo (UFES). She uses different techniques and scales to explore her constant search for individual and collective memories in order to resignify hegemonic narratives. She is also an art educator, working on projects that are in line with her artistic practices.

Works in this exhibition:

Meetings
Acrylic on canvas
2020

Foundation
installation
wood, cement, pigment and shells
2020

Meet myself
Acrylic on canvas
2020













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Encontros

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Me encontro

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Alicerce

Alicerce

Instalação
madeira, argamassa, pigmento e conchas

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Aline Brune

Aline Brune é artista visual, atriz e mãe. Mestranda em Processos de Criação Artística pela EBA-UFBA, Bacharela em Artes Visuais pela UFRB, utiliza técnicas como pintura sobre fotografias, vídeo, animação e bordado para a produção de trabalhos que lidam com aspectos das relações corpo & espaços públicos, ancestralidade e memória.

Obra nesta exposição: 
Da série “Adjunto de sexta”
Pintura sobre fotografia
2019-2020


Aline Brune is a visual artist, actress and mother. She has a Master's degree in Artistic Creation Processes from EBA-UFBA, and a Bachelor's degree in Visual Arts from UFRB. She uses techniques such as painting on photographs, video, animation and embroidery to produce works that deal with aspects of body & public space relations, ancestry and memory.

Work in this exhibition:
From the series “Adjunto de sexta”
Painting over photography
2019-2020


















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Yêdamaria

Aluna da Escola de Belas Artes da Universidade Federal da Bahia (UFBa), onde em 1956 recebeu o prêmio Menção Honrosa no Salão Baiano de Artes Plásticas. Em 1972, ingressou no corpo docente da Escola de Belas Artes da UFBa, onde lecionou Desenho e Gravura. Em 1977, partiu para os Estados Unidos, onde tornou-se mestre pela Illinois State University. Expôs em várias exposições individuais e coletivas, tais como A mão afro-brasileira (Museu de Arte Contemporânea, 1988), Primeira Bienal Nacional da Bahia (1966), Celebração da Cultura Latino-Americana no Museu de Ciência de Buffalo (EUA, 1990), Retrospectiva na Art Gallery of Califórnia State University, Northridge, Califórnia (EUA, 1991), Centro Cultural da Caixa Econômica Federal de Salvador (2000). Destacou-se através da pintura e gravura, mas dedicou-se a outras técnicas como colagem, litografia e desenho. Sua temática primorosa passa pelas paisagens marinhas, sereias, naturezas mortas, influência de sua terra e da ancestralidade africana. Fonte: Museu AfroBrasil  

Obra nesta exposição:
Sem título
Guache e colagem sobre papel
1978


Student of the Fine Arts School of the Federal University of Bahia (UFBa), where in 1956 she received the Honorable Mention Award at the Bahia Hall of Fine Arts. In 1972, she joined the faculty of the Fine Arts School of UFBa, where she taught Drawing and Engraving. In 1977, he left for the United States, where he became a master at Illinois State University. He has exhibited in several solo and group exhibitions, such as The Afro-Brazilian Hand (Museum of Contemporary Art, 1988), First National Biennial of Bahia (1966), Celebration of Latin American Culture at the Buffalo Science Museum (USA, 1990), Retrospective at the Art Gallery of California State University, Northridge, California (USA, 1991), Cultural Center of the Caixa Econômica Federal of Salvador (2000). He stood out through painting and engraving, but dedicated himself to other techniques such as collage, lithography and drawing. His exquisite subject matter goes through marine landscapes, mermaids, still lives, the influence of his land and African ancestry. Source: Museu Afrobrasil

Work in this exhibition:
Untitled
Gouache and collage on paper
1978













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Aline Baiana

Nascida em 1985 em Salvador, Bahia, Brasil, Aline Baiana atualmente vive e trabalha entre o Rio de Janeiro e Berlim.
Trabalhando com foco em conflitos ontológicos e em convergência com estudos indígenas, feministas, raciais, ambientais e de justiça social, o trabalho de Aline Baiana revela a importância de descobrir outras histórias, dentro e contra os poderes hegemônicos do domínio colonial.
O trabalho de Baiana já foi exibido em várias exposições e festivais de cinema, incluindo a exposição Flutuantes no Paço Imperial, Rio de Janeiro (2018); Nanica, nos espaços Bull Station, São Paulo e Saracura, Rio de Janeiro (2017-2018); Bestiário no Centro Cultural São Paulo (CCSP) (2017); Mostra Corpos da Terra na Caixa Cultural, Rio de Janeiro (2017); Da urgência de cada um no Largo das Artes, Rio de Janeiro (2016); Feminismo e Feijoada, no Capacete, Rio de Janeiro (2015); Stains in te cowshed, no Neu West Berlin (2015); Novas Poéticas, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (2014) e IV Jardim Suspenso da Babilônia no Rio de Janeiro (2014). Em 2014 participou da Bienal de Sharjah e em 2020 da Bienal de Berlim.

Obra nesta exposição:
Expropriação
Arame farpado, distanciador de cerca e arame
2016


Born in 1985 in Salvador, Bahia, Brazil, Aline Baiana currently lives and works between Rio de Janeiro and Berlin. Working with a focus on ontological conflicts and in convergence with indigenous, feminist, racial, environmental and social justice studies, Aline Baiana's work reveals the importance of discovering other stories, within and against the hegemonic powers of colonial rule. Aline Baiana's work has been shown in several exhibitions and film festivals, including the exhibition Floating at the Paço Imperial, Rio de Janeiro (2018); Nanica, at Bull Station, São Paulo and Saracura, Rio de Janeiro (2017-2018); Bestiário at Centro Cultural São Paulo (CCSP) (2017); Mostra Corpos da Terra at Caixa Cultural, Rio de Janeiro (2017); Da urgência de cada um no Largo das Artes, Rio de Janeiro (2016); Feminismo e Feijoada, no Capacete, Rio de Janeiro (2015); Stains in te cowshed, at Neu West Berlin (2015); Novas Poéticas, at Universidade Federal do Rio de Janeiro (2014) and IV Jardim Suspenso da Babilônia no Rio de Janeiro (2014). In 2014 he participated in the Sharjah Biennial and in 2020 in the Berlin Biennial.

Work in this exhibition:
Expropriation
Barbed wire, fence spacer and wire
2016




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Djanira da Motta e Silva

Djanira da Motta e Silva foi uma pintora, ilustradora e gravurista brasileira, conhecida por seu primeiro nome, Djanira. Ela era conhecida por suas pinturas artísticas ingênuas, retratando pessoas comuns brasileiras, temas religiosos e paisagens.

Obra nesta exposição:
Sem título
Guache sobre papel
Década de 1940


Djanira da Motta e Silva was a Brazilian painter, illustrator and engraver, known by her first name Djanira. She was known for her naïve art paintings, depicting Brazilian common people, religious themes and landscapes.

Work in this exhibition:
Untitled
Gouache on paper
Decade of 1940














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Lenora de Barros

Formada em Linguística pela Universidade de São Paulo – USP, SP. Poeta e artista visual, seu trabalho se desenvolve a partir de diversas linguagens como o vídeo, a performance poética, a fotografia e a instalação. Sua obra faz parte de coleções públicas e particulares no Brasil e no exterior: Museu d’Art Contemporani de Barcelona, Espanha, Daros-Latinamerica, Zurique, Suíça e Rio de Janeiro, RJ, e Museu de Arte Moderna de São Paulo, SP. Participou como artista-curadora da “RADIOVISUAL” na 7ª Bienal do Mercosul – “Grito e Escuta”, Porto Alegre, RS (out/nov 2009). Entre as recentes mostras e atividades destacam-se “Resistance Performed—Aesthetic Strategies under Repressive Regimes in Latin America”, Migros Museum (Zurique, Suíça, 2015), “L’Eloge de l’heure”, MUDAC – Musée de design et d’arts appliqués contemporains (Lausanne, Suíça 2015), “Poder provisório | Fotografia no Acervo do MAM”, curada por Eder Chiodetto, MAM-SP (São Paulo, SP, 2014), “140 Caracteres”, MAM-SP (São Paulo, SP, 2014), “Alimentário”, MAM-Rio (Rio de Janeiro, RJ, 2014). Fonte: Prêmio Pipa  

Obra nesta exposição:
Poema
Fotoperformance
1979


Lenora de Barros graduated in Linguistics from Universidade de São Paulo (USP) and started her artistic career in the 1970s, a time of intense experimentalism in brazilian art, marked by a strong constructive and avant-gardist bent since the 50s. The first works created by Lenora de Barros can be placed in the field of ‘visual poetry’ springing from the concrete poetry movement of the decade of 1950. Words and images were her initial materials.
In 1983 Lenora Barros published the book ‘Onde Se Vê [Where One See]’, a set of rather uncommon “poems”. Some of them dispensed the use of words, constructed as photographic sequences where the artist herself acted out different characters in performance acts. This book announced Lenora de Barros’s transition into the field of visual arts, what eventually came to happen. Since then, the artist has been following her own personal path, marked by the use of diversified languages: video, performance, photography, sound installation and construction of objects. Source: Pipa Prize  

Work in this exhibition:
Poema
Fotoperformance
1979










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Marcela Cantuária é bacharel em Pintura pela Escola de Belas Artes da UFRJ. Desenvolve pinturas que entrelaçam imagens históricas advindas do universo da política a representações da cultura visual contemporânea. Em 2019 abre na galeria A Gentil Carioca a individual “La Larga Noche de los 500 años”, mesmo ano em que realizou “Suturar Libertar” no Centro Municipal de Arte Helio Oiticica e participou das coletivas “Histórias Feministas”, no MASP e “Estratégias do Feminino” no Farol Santander em Porto Alegre, e das residências PAOS GDL no México e Kaaysa em São Paulo. Integra os acervos do Museu da Maré e do Museu de Arte de São Paulo.

Obra nesta exposição:
Nilce de Souza Magalhães (Nicinha)
Óleo sobre tela
2020


Marcela Cantuária has a Bachelor's Degree in Painting from the Fine Arts School of UFRJ. She develops paintings that intertwine historical images from the universe of politics to representations of contemporary visual culture. In 2019 she opens her individual "La Larga Noche de los 500 años" in the gallery A Gentil Carioca, the same year in which she held "Suturar Libertar" at the Helio Oiticica Municipal Art Center and participated in the collectives "Histórias Feministas" at MASP and "Estratégias do Feminino" at Farol Santander in Porto Alegre, and the PAOS GDL residences in Mexico and Kaaysa in São Paulo. He integrates the collections of the Museu da Maré and the Museu de Arte de São Paulo.

Work in this exhibition:
Nilce de Souza Magalhães (Nicinha)
Oil on canvas
2020














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Aline Motta

Nasceu em Niterói (RJ), vive e trabalha em São Paulo. É bacharel em Comunicação Social pela UFRJ e pós-graduada em Cinema pela The New School University (NY). Combina diferentes técnicas e práticas artísticas, mesclando fotografia, vídeo, instalação, performance, arte sonora, colagem, impressos e materiais têxteis. Sua investigação busca revelar outras corporalidades, criar sentido, ressignificar memórias e elaborar outras formas de existência. Foi contemplada com o Programa Rumos Itaú Cultural 2015/2016, com a Bolsa ZUM de Fotografia do Instituto Moreira Salles 2018 e com 7º Prêmio Indústria Nacional Marcantonio Vilaça 2019. Recentemente participou de exposições importantes como "Histórias Feministas, artistas depois de 2000" - MASP, “Histórias Afro-Atlânticas” - MASP/Tomie Ohtake. Abriu sua exposição individual "Aline Motta: memória, viagem e água" no MAR/Museu de Arte do Rio 2020. Fonte: Site da Artista

Obra nesta exposição:
Filha natural
Vídeo (na versão virtual da exposição apresentamos apenas o registro da instalação na galeria)
2018-2019


Lives and works in São Paulo, Brazil. Aline earned a bachelor degree in Communication Studies at the Federal University of Rio de Janeiro and a Certificate in Film Production at the New School University/New York. She combines different techniques and artistic practices, merging photography, video, installation, performance, sound art, collage, and textile materials. Her research seeks to reveal other corporalities, create meaning, resignify memories and elaborate other forms of existence. She has received the Rumos Itaú Cultural 2015/2016 grant, earned the ZUM Photography Scholarship of Instituto Moreira Salles in 2018 and the prestigious "Marcantonio Vilaça Award for the Arts" in 2019. She recently participated in groundbreaking exhibitions such as "Feminist Histories: artists after 2000" - São Paulo Art Museum/MASP, "Afro-Atlantic Histories" - MASP / Tomie Ohtake. Her solo exhibition "Aline Motta: memory, journey and water" opened at the Rio Art Museum in 2020. Source: Artist Webpage 

Work in this exhibition:
Natural Daughter
Vídeo (in the virtual version of the exhibition we present only the registration of the installation in the gallery)
2018-2019














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